GABARITO SALÊ PARA CASA 1 ETAPA_2009 FICHA 1 Quinta-Feira, Mar 12 2009 

 

 

1)    A caracterização de “madama” Carlota vai-se fazendo à medida que transcorre a sessão de leitura de cartas do baralho. O que se pode deduzir sobre essa personagem, a partir de suas ações no primeiro e segundo parágrafos?

 

R-Profissional, a cartomante madama Carlota compõe-se para o leitor como uma “enganação”: a excessiva maquiagem, a gula, a delicadeza forçada, a esperteza. Por outro lado, nas revelações, não contou a Macabéa o que talvez tenha visto, o que lhe confere alguma confiabilidade mediúnica.

 

 

 

2)    O emprego do diminutivo indica uma afetividade artificial, profissional, com que Carlota se dirige a uma jovem simples como Macabéa.

 

 

 

 

a.     Transcreva do texto esses diminutivos.

R-“Adoradinha”, “Macabeazinha”, “filhinha”, “queridinha”, “florzinha”, “enjeitadinha”.

b.     Qual desses diminutivos é empregado ironicamente pelo narrador, pois pertence a uma categoria gramatical que não pode ir para o grau diminutivo?

    R- “vocezinha”

 

3)    Macabéa espantou-se com o que Carlota disse sobre o seu passado. Por quê?

 

R – Em sua ingenuidade, Macabéa supôs que Carlota acertara em tudo, espantou-se com o adjetivo de “madrasta má” Á tia, que ela considerava boa.

 

4)    Após um primeiro momento de “revelações” tristes, seguiram-se “revelações” bastante positivas. Quais?

   R-As revelações positivas referem-se à reviravolta na vida de Macabéa:  o futuro brilhante, a paixão do homem rico e estrangeiro por ela.

     

5)    Localize um comentário direto que o narrador faz nesse fragmento das revelações positivas.

R- “E eu também estou com esperança enfim.”.

 

6)    No final desse fragmento, há indícios de que talvez as previsões de Carlota não sejam inteiramente falsas. Que indícios são esses?

 

     R-A descrição do estrangeiro, com:”olhos azuis ou verdes ou castanhos ou pretos”; o anuncio de que acabou de dizer a uma moça que ela seria atropelada.

 

7)    Chama a atenção do leitor a recorrente palavra “explosão” entre parênteses. Só no trecho apresentado, aprece cinco vezes. Relacione o momento emocional de Macabéa com a utilização da palavra.

R-Mesmo que o aluno desconheça o texto integral, é importante que ele perceba que é o despertar emocional de macabéa, a esperança de que fala o texto. Exemplos: “…pela primeira vez [...] era um ponto alto de sua existência”; “…eis que de repente aconteceu”; “…súbita voracidade pelo futuro” etc.

 

 

8)     Há, pelo menos, três formas de representar o discurso oral de outra pessoa no texto escrito: discurso direto, discurso indireto e discurso indireto livre.

 

a)     Transcreva do texto de Clarice Lispector um exemplo de discurso direto.

R-Várias passagens

 

b)    Justifique sua resposta.

R-As falas do diálogo são reproduzidas do mesmo jeito que foram (ou teriam sido, se o texto for inventado) pronunciadas, utilização de travessão e verbos de elocução.

 

9)    Transforme a passagem escolhida na questão 8 de discurso direto para indireto.

R-De acordo com as respostas dos alunos

 

                 10) Na passagem: “E eis que (explosão) de repente aconteceu: o rosto da madama se acendeu todo iluminado.”.

 

a)     O termo sublinhado foi utilizado com o sentido conotativo ou denotativo?

R-Sentido conotativo

 

b)    Justifique sua resposta e indique qual figura de linguagem foi

empregada no fragmento destacado.

     R – Consiste no uso original e criativo das palavras e expressões, de modo atribuir-lhes novos significados, diferentes e muitas vezes inesperados.

        - Metáfora

    

     11) Explique as relações coesivas das palavras em negrito.

 

     a) “Madama Carlota enquanto falava tirava de uma caixa aberta um bombom atrás do outro e ia enchendo a boca pequena.”.

        R-Adição

                  b) “Mas casaco de pele não precisa no calor do Rio…

-        Pois vai ter só para se enfeitar. Faz tempo que não boto cartas tão boas.”

       R-Explicação

 

 

 

  Atualizando o português:

  Leia a tirinha abaixo com atenção.

 

   12) Explique o humor utilizado na tirinha.

  R-A reclamação do passageiro, utilizando a palavra voo, que sofreu   modificação na acentuação, no novo acordo ortográfico.

   13) Qual palavra no texto foi utilizada de acordo com a mudança do novo acordo ortográfico?

    R-Voo

   14) Fazendo uma pesquisa em sua gramática, explique como era a regra que justificava a acentuação da palavra em questão.

 

    R-Vôo, acentuava-se o hiato oo, no novo acordo não se acentua.

 

  15) Em “Com circunflexo ou sem circunflexo”, retirado da tirinha, justifique qual é a relação estabelecida pelo termo em negrito.

   R-Alternância

   

 

CURSO DE ESCUTATÓRIA Quarta-feira, Fev 4 2009 

Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória.
Todo mundo quer aprender a falar… Ninguém quer aprender a ouvir.
Pensei em oferecer um curso de escutatória, mas acho que ninguém vai se matricular.
Escutar é complicado e sutil.
Diz Alberto Caeiro que… Não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores.
É preciso também não ter filosofia nenhuma.
Filosofia é um monte de idéias, dentro da cabeça, sobre como são as coisas.
Para se ver, é preciso que a cabeça esteja vazia.
Parafraseio o Alberto Caeiro:
Não é bastante ter ouvidos para ouvir o que é dito.
É preciso também que haja silêncio dentro da alma.
Daí a dificuldade:
A gente não agüenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor…
Sem misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer.
Como se aquilo que ele diz não fosse digno de descansada consideração…
E precisasse ser complementado por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor.
Nossa incapacidade de ouvir é a manifestação mais constante e sutil de nossa arrogância e vaidade.
No fundo, somos os mais bonitos…
Tenho um velho amigo, Jovelino, que se mudou para os Estados Unidos estimulado pela revolução de 64.
Contou-me de sua experiência com os índios: Reunidos os participantes, ninguém fala.
Há um longo, longo silêncio.
Vejam a semelhança…
Os pianistas, por exemplo, antes de iniciar o concerto, diante do piano, ficam assentados em silêncio…
Abrindo vazios de silêncio… Expulsando todas as idéias estranhas.
Todos em silêncio, à espera do pensamento essencial. Aí, de repente, alguém fala.
Curto. Todos ouvem. Terminada a fala, novo silêncio.
Falar logo em seguida seria um grande desrespeito, pois o outro falou os seus pensamentos…
Pensamentos que ele julgava essenciais.
São-me estranhos. É preciso tempo para entender o que o outro falou.
Se eu falar logo a seguir… São duas as possibilidades.
Primeira: Fiquei em silêncio só por delicadeza.
Na verdade, não ouvi o que você falou.
Enquanto você falava, eu pensava nas coisas que iria falar quando você terminasse sua (tola) fala.
Falo como se você não tivesse falado.
Segunda: Ouvi o que você falou. Mas, isso que você falou como novidade eu já pensei há muito tempo.
É coisa velha para mim. Tanto que nem preciso pensar sobre o que você falou.
Em ambos os casos, estou chamando o outro de tolo. O que é pior que uma bofetada.
O longo silêncio quer dizer: Estou ponderando cuidadosamente tudo aquilo que você falou.
E, assim vai a reunião.
Não basta o silêncio de fora. É preciso silêncio dentro. Ausência de pensamentos.
E aí, quando se faz o silêncio dentro, a gente começa a ouvir coisas que não ouvia.
Eu comecei a ouvir.
Fernando Pessoa conhecia a experiência…
E, se referia a algo que se ouve nos interstícios das palavras… No lugar onde não há palavras.
A música acontece no silêncio. A alma é uma catedral submersa.
No fundo do mar – quem faz mergulho sabe – a boca fica fechada. Somos todos olhos e ouvidos.
Aí, livres dos ruídos do falatório e dos saberes da filosofia, ouvimos a melodia que não havia…
Que de tão linda nos faz chorar.
Para mim, Deus é isto: A beleza que se ouve no silêncio.
Daí a importância de saber ouvir os outros: A beleza mora lá também.
Comunhão é quando a beleza do outro e a beleza da gente se juntam num contraponto.
“Escutatória”
Rubem Alves
Te peguei heim… pensou q o texto era meu??? Rs…rs…rs… lindo não!

Se me permitem… Quarta-feira, Fev 4 2009 

Cá Araújo Bijuterias disse:

Se me permite a administradora, aí vai uma homenagem à amizade:

uma grande verdade…

CAROS AMIGOS !!!
Um jovem recém casado estava sentado num sofá num dia quente e úmido, bebericando chá gelado durante uma visita ao seu pai. Ao conversarem sobre a vida, o casamento, as responsabilidades da vida, as obrigações da pessoa adulta, o pai remexia pensativamente os cubos de gelo no seu copo e lançou um olhar claro e sóbrio para seu filho.
- Nunca esqueça de seus amigos, aconselhou!
Serão mais importantes na medida em que você envelhecer. Independentemente do quanto você ame sua família, os filhos que porventura venham a ter, você sempre precisará de amigos. Lembre-se de ocasionalmente ir a lugares com eles ; faça coisas com eles; telefone para eles…
Que estranho conselho! Pensou o jovem. Acabo de ingressar no mundo dos casados. Sou adulto. Com certeza minha esposa e a família que iniciaremos serão tudo que necessito para dar sentido à minha vida!
Contudo, ele obedeceu ao pai. Manteve contato com seus amigos e anualmente aumentava o número de amigos. Na medida em que os anos se passavam, ele foi compreendendo que seu pai sabia do que falava. Na medida em que o tempo e a natureza realizam suas mudanças e mistérios sobre um homem, amigos são baluartes de sua vida. Passados mais de 50 anos, eis o que aprendi:
A distância separa.
As crianças crescem.
Os empregos vão e vêem.
O amor fica mais frouxo.
As pessoas não fazem o que deveriam fazer
A vida acontece.
O coração se rompe.
Os pais morrem.
Os colegas esquecem os favores.
As carreiras terminam.
MAS… os verdadeiros amigos estão lá, não importa quanto tempo e quantos quilômetros estão entre vocês.
Um amigo nunca está mais distante do que o alcance de uma necessidade, torcendo por você, intervindo em seu favor e esperando você de braços abertos, abençoando sua vida!
Quando iniciamos esta aventura chamada VIDA, não sabíamos das incríveis alegrias ou tristezas que estavam adiante. Nem sabíamos o quanto precisaríamos uns dos outros.

Você pode cuidar de quem não sabe se cuidar Sábado, Jan 31 2009 

 

 

 

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Um pouco mais sobre o mundo das bonecas de plástico Sábado, Jan 31 2009 

Prepare-se para o carnaval!!! Sábado, Jan 31 2009 

Revista O Globo_Ano 5_Nº221_19/10/2008_p. 12-3 Domingo, Jan 11 2009 

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Domingo, Jan 11 2009 

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Domingo, Jan 11 2009 

Depoimentos: Como você entrou para o mundo das Blythes Domingo, Jan 11 2009 

Marcelo Cravero disse:

Então vamos soltar o verbo!
Para falar da minha paixão pelas Blythes é preciso primeiro falar um pouquinho de mim. Eu sou desenhista nato. Desde muito pequeno já ficava de castigo por fazer “arte” nas paredes brancas da casa da minha vó. Como a minha família tinha tradição militar, foi muito difícil impor minhas inclinações e talentos naturais. Por conta disso comecei a trabalhar com desenho desde muito novo, fazia cartazes de supermercados e enfeites para festas de criança. Quando chegou a época da universidade optei por cursar Belas Artes, o que foi motivo de grande reclamação para meus pais que sonhavam com mais um Comandante na prole. Precisei trabalhar, desenhando, para bancar a minha faculdade e aos dezesseis já fazia cartazes para peças de teatro, silk-screen para camisetas e vivia inventando. Em um desses trabalhos, fui chamado para desenhar o material gráfico dos “Dzi Croquettes”.
O Dzi foi um grupo muito famoso que revelou grandes nomes da arte cênica contemporânea brasileira, pra quem quiser saber mais sobre o Dzi, acesse:
www.itaucultural.org.br/aplicExternas/enciclopedia_teatro…
ou
www.jornalexpress.com.br/noticias/detalhes.php?id_jornal=…
Após uma viajem para a Califórnia na década de 90, o meu amigo Carlinhos Machado, carinhosamente conhecido por todos como “Lotinha”, uma das estrelas do Dzi Croquettes, me trouxe uma Blythe de presente.
Lotinha viajava muuuito.
Carlinhos a encontrou num flea-market (brechó), na caixa original, com alcinha branca, em perfeitas condições e me trouxe a boneca. Uma Kenner, autêntica garota de Cincinatti. (a matriz da Kenner era em Ohio, mas as bonecas sempre foram manufaturadas em Hong Kong, que vinha escrito na caixa).
Morena de franjinha era a cara da Bettie Page, que emprestou seu nome para batizá-la. Bettie Bags hoje mora em São Paulo, deixei-a com a minha amiga Miriam Ventura, produtora de teatro, numa época que eu morei em SP e não tinha como cuidar de uma Blythe com todo capricho que elas merecem. Já solicitei uma foto à Miriam para que eu possa postá-la aqui.
Fiquei apaixonado pelos livros “This is Blythe” e “Dear Blythe Love”, da Gina Garan, com aqueles postalettes maravilhosos.
Em 2001 com os novos lançamentos da Takara, comecei a colecionar as fotos. Foi um passo para desejar as bonecas. Pedi a Bettie de volta, mas Miroca já tinha se apegado a ela…
Aí comprei minha primeira Primadolly, uma Ashlette.
Foi quando no começo do ano passado fui surpreendido pelas fotos incríveis da Michelle (Madame Mix) que me resgataram para o mundo bonequeiro e recomecei a coleção (melhor não contar pra não desandar). Desde então foram muitos tracking numbers, muito rastreio, muita alegria nos momentos-caixa, uma loucura, lúdica e deliciosa.
Elas viciam. Todas aqui sabem disso né?
Eita macumbinha bem feita essa da boneca!
Saravá! Ave Blythe =0)
Postado 5 dias atrás. ( permalink )

 

Rosangela Bastos disse:

A minha primeira (e única Blythe, por enquanto, pois já há outra a caminho, por “culpa” da Helo, e duas pullips) veio pelas mãos da cegonha SUper Má, numa tarde chuvosa de domingo, em que ela ia para um encontro de customização na Zellig. Quem intermediou tudo foi a Bru Lullabies. As fofas – Má e Milinha, mais suas respectivas filhas – antes de irem ao encontro, passaram pela minha casa e deixaram a Brunella (em homenagem à Bruna), uma CCC, lindaaaaaaaaaaaaa do meu ♥.
Beijos
.

 

Madame Michalska disse:

A primeira vez que vi uma Blythe foi no site Wooly Rockers.há uns 3 anos.Depois foi no Superzíper.E daí eu caí aqui no Flickr das bonequeiras,e “garrei paixão”.Depois de muito encher o saco pedindo informações e lendo muitos tópicos nos grupos,resolvi encarar o Ebay e pesquisei durante muitos dias,fazendo comparações,até chegar à minha eleita:uma STA.Isso foi no final de julho de 2008.Na primeira semana de agosto ela chegou no Brasil,mas não na minha casa,pois foi taxada.Depois de ligar prá tudo que era parte dos Correios aqui de POA,busquei ela,pagando o absurdo de mais de 100 reais de taxas,e prometendo prá mim mesma que não compraria mais nenhuma diretamente de lá.Carreguei ela tão apertada contra o peito,prá atravessar o Centro,morrendo de medo que me assaltassem até chegar ao estacionamento.Mas abri a caixa só em casa,e amei ela desde o primeiro contato .Que rostinho mais meigo….A minha Constanza Sophia!Minha “filha” mais velha…
Beijoconas…

***MADAME MIX***  Usuário Pro  disse:

Celo…surpreendeu-me..rs..primeiro por ter tido uma kenner (não sabia!!!!), e segundo pelo carinho em citar minhas fotos..rs..obrigada e amei.
A minha hisória com a Emily começou antes de eu tê-la..rs…eu já era viciada e nem sabia..lembro que vendi algumas coisas pra poder comprá-la..rs..muito engraçado.
Aí, ela veio nua e sem brincos…eu fiquei olhando pra ela e pensando…meu zeus..o que vou fazer com essa boneca? Estou pagando uma nota numa boneca pelada aos 35 anos…(nem eu acreditava em mim..rs..), mas ela me olhava com aquele zoião..bem veio comigo pra casa, mas lembro que quase devolvi…não tinha a mínima noção do que poderia fazer com ela..rs..e assim veio a primeira sessão de fotos, até então eu só estava acostumada a brincar de clicar as petites..rs..e com a neo era completamente diferente….foram alguns cliques e as idéias foram acontecendo naturalmente e eu cada vez mais feliz!! Tenho as primeiras fotos até hoje no Flickr….aí fui pra casa, crente que estava abafando e fui “limpar” a Emily com álcool..tsc.tsc…tutorial em inglês, neca de pitibiriba, né? hehehe..aí é que veio o grande choque..rs…CARACA!!!!!!!!!! TIREI O BLUSH DELA!!!! E AGORA???
Bateu aquele desepero de leve, rs..e tive que fazer alguma coisa mesmo sem saber de nada..rs..e aí foi…a brincadeira começou e nunca mais parou…muitas fotos, muitas “tentativas” e acertos de customizações…e muita diversão e alegria…com uma grande dose de empolgação..hahah..quem me conhece sabe, que dei aquela bitolada básica, mas faz parte…afinal Ave Blythe Celo..vicia, né?! mas eita viciozin danado de bão sô..hehe!
Minha MM foi adotada da Ana! Obrigada.
Ah..sem falar na revolução que elas causaram na minha vida e das pessoas especiais que conheci, eu estava precisando muito de tudo isso..=0)
É mais ou menos isso pessoal..rs! Tá valendo..rs!!
Beijão boys and girls!
=0)
Mi.

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